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A imprensa é sensacionalista na cobertura de casos policiais de grande repercussão?
Sim, porque se preocupa mais em divulgar detalhes cruéis, sanguinários e macabros desses casos.
Sim, porque apimenta a informação com exagero com a clara intenção de aumentar suas vendas.
Não, limita-se a explorar o máximo de informações para atender à expectativa de leitores mais curiosos.
Não, esses casos é que são cruéis, macabros e sanguinários; é papel da imprensa transmitir essa realidade.
 

 

NOTÍCIAS
11.03.2010
José Ubiratan Solino tem missa de sétimo dia nesta sexta, dia 12

Será realizada nesta sexta-feira às 10h30 a missa de sétimo dia em memória de José Ubiratan Solino, na Igreja Nossa Senhora da Conceição, esquina da Rua do Rosário com a Av. Rio Branco, centro do Rio.

O jornalista de 67 anos morreu no último dia 5, no Hospital do Andaraí, onde estava internado desde o dia 26 de fevereiro, e seu corpo foi sepultado no sábado de manhã no Cemitério do Catumbi.

Alegre e muito expansivo, Solino era um vibrante e apaixonado torcedor do Vasco da Gama. Brincalhão, mantinha na secretária eletrônica de sua residência a mensagem ”Enquanto existir um coração infantil o Vasco será eterno”.

Uma das frases divertidas que gostava de repetir era: “O pior flamenguista é o botafoguense, porque não tem inteligência para ser Vasco, não tem classe para ser Fluminense e tem vergonha de ser Flamengo”.

O jornalista escrevia a coluna Ponto Crítico como colaborador do Jornal do Casaca!, reproduzida no site do mesmo nome. Seu alvo predileto eram os colegas que se expressassem de forma facciosa contra os interesses de seu time do coração.

Natural do Rio Grande Norte, Solino trabalhou no Jornal do Commercio, O Globo, Última Hora e colaborou na Revista do Turismo. Foi também assessor de imprensa da Casa das Beiras, instituição que reúne na Tijuca portugueses e descendentes.

Editor eventual do Jornal da ABI, na edição especial do centenário da instituição, escreveu as matérias “Rian: a caricaturista que tirou Rui Barbosa do sério”, “Nestor Moreira, um coice de mula na democracia”, “Vladimir Herzog – 1975: A impunidade que não acabou” e “Tim Lopes, um repórter chamado coragem”. 

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