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A imprensa é sensacionalista na cobertura de casos policiais de grande repercussão?
Sim, porque se preocupa mais em divulgar detalhes cruéis, sanguinários e macabros desses casos.
Sim, porque apimenta a informação com exagero com a clara intenção de aumentar suas vendas.
Não, limita-se a explorar o máximo de informações para atender à expectativa de leitores mais curiosos.
Não, esses casos é que são cruéis, macabros e sanguinários; é papel da imprensa transmitir essa realidade.
 

 

NOTÍCIAS
22.02.2010
Assembleia nesta terça: queremos reajustes de 15% a 18%

Na assembleia desta terça-feira, dia 23, vamos aprovar as reinvindicações que serão apresentadas aos patrões para a renovação do acordo coletivo de 2010. Precisamos recompor as nossas perdas salariais que ultrapassam 15%. A assembleia será realizada em dois horários: meio-dia e 21h. No auditório do Sindicato, na Rua Evaristo da Veiga 16, 17º andar, Cinelândia.

Reunidos nesta segunda-feira (22), no Sindicato, economistas do Dieese demonstraram que no período de 2002 a janeiro de 2010 a perda salarial dos jornalistas de rádio e televisão é de 15,48% e os de jornais e revistas chega a 18,17%. 

Precisamos recompor o poder dos salários desse período no qual as empresas de comunicação receberam mais 72,7% de investimento em publicidade no meio jornal, segundo dados do IBGE, mas reduziram empregos, por conta da convergência tecnológica, ganhando em produtividade.

O pagamento de salários em 2007 representou 41,33% do PIB, e apenas na área de informação esse número foi de 34,32%, enquanto o percentual do lucro ficou em 51,32% e 34,38%, respectivamente, revelam dados do IBGE.

A apresentação do Dieese mostrou ainda que retiradas de sócios das mepresas entram nos ínidces do IBGE como remuneração do trabalhador e não como remuneração do Capital, o que distorce os dados a favor das empresas.

Outro dado significativo foi que o mercado de serviço de informação no país foi o menos afetado pela recente crise internacional.  Ao contrário da indústria e do comércio, que tiveram desempenhos negativos de 8,6% e 4,2%, no terceiro trimestre de 2009, o setor de serviços de informação cresceu 5,9% no mesmo período, segundo pesquisa do IBGE.

O levantamento do Dieese, feito com base em números coletados pelo IBGE, nos mostrou a necessidade de reivindicar a recomposição salarial dos últimos oito anos.

De fevereiro de 2009 a janeiro de 2010, no Rio de Janeiro o item  vestuário subiu 7,87%, alimentação fora de casa 7,79, serviços de saúde 6,16. São dados que a inflação do período não reflete e que mexem diretamente com o nosso bolso. O valor da assinatura de joranl no mesmo perpiodo subiu 6,40%.

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